quarta-feira, 11 de julho de 2012

Travesseiro

é eminente, repousando sobre a cama logo vem aquela saudadezinha... Aquele desejo, a vontade e o fogo insaciável. O tempo (diversas vezes acusado) de afrouxar os laços, para nós só tem servido para reforçar os nôs que liga o meu coração no seu.
Este meu desejo não compreende o sentido da palavra limite , ou  mesmo distância (mesmo que curta) só sabe querer...
...e te querendo mais e mais, consome meu sono, meu apetite e todas as outras coisas supérfluas que não seja te amar.

sábado, 9 de junho de 2012


Há uma esfinge dentro de você que me faz te amar todos os dias mais e mais. Esta sensação de sempre provar de novas cores e sabores me encanta e confunde. 
Em nossa literatura conjugal levamos ao pé da letra o "sentir", e o "compreender" fica para escanteio.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

5 meses

Registrando momentos simples como uma gargalhada, fazemos nosso querer em cada encontro, na simplicidade dos olhos que se beijam.
Escolhendo viver o lado mais encantador de cada um, sabemos das mazelas um do outro, mas cá pra nós, pra que mexer em feridas? Reafirmamos a cada encontro que optamos pelo sorriso dos lábios de cada um, pela felicidade estampada ao termino de cada beijo, pela delicadeza de cada afago e pelo prazer dos corpos aquecidos um pelo outro.
Resumindo  
Nosso jeito de amar é uma constante declaração de amor

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Fermento.

te fotografo a cada instante.
Um suspiro... "Click". Registrado.
E nem confiro luz, velocidade, nem nada, sei certinho seus melhores ângulos [todos].
Revelo, coloco em um porta-retrato e organizo nas estantes do meu peito...
mas meu peito cresce cada dia mais, acho que é alimentação, tem se nutrido muito de uma coisinha chamada AMOR.

terça-feira, 20 de março de 2012

quinta-feira, 1 de março de 2012

7:14 A.M.

.... zZzzZZZ

[mas este não é o toque do despertador]
Olha o visor "gatinha" [isso lá são horas?]
Primeiros sentimentos: Matar, xingar, sono...
Primeiras reações ao ouvir a risada de "bom dia": Fragilidade, entrega, ternura.
[Certeza de saber que nada abalaria aquele dia]

dupla

Não basta só os beijos, abraços, caricias e sexo. É preciso viver [e saborear] cada gesto e afago. É preciso preencher os lábios com o sorriso do primeiro beijo ou com a timidez da primeira vez em que as mãos se encontraram.
É necessário [e gostoso] redescobrir a cada encontro, sentir saudades a cada vez que as mãos se afastam... é prazeroso passar de frente a aquela lanchonete e pensar o quanto é mais gostosa a comida daquele lugar com a presença do outro.
É ter certeza que com as respirações em sintonia o sono vem mais rápido e o despertar é quase combinado.
É não conseguir esconder de ninguém e em nenhum momento a felicidade de viver e ter o outro...
Estampando no rosto o sorriso do coração.