Ele segurou seu rosto como quem faz da argila vaso...
um penar, num instante de desespero, a busca pela perfeição, pela máxima delicadeza, toda sua arte se desfez.
O lindo sorriso. A boca delicada tudo isso foi quebrado. Se perdeu num suspiro, enquanto ele acreditava ter alcançado a perfeição.
sábado, 24 de julho de 2010
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Argila
ele segurou seu rosto como quem faz da argila vaso. Desenhou um beijo e ganhou um sorriso... o mais belo sorriso
domingo, 18 de julho de 2010
Chama.
Até mesmo o mais idiota conseguiria identificar a alegria estampada em meu rosto.
O que um beijo não faz?!?!
sexta-feira, 16 de julho de 2010
atrás do palco
Ao me pegar escutando certas músicas, ate achava elas exageradas e sem muita explicação. Mau sabia que o padecer era verdadeiro... quando me perguntará sobre o que seria de mim?!?! Eu me vi no chão, a vontade foi de correr, de correr desesperadamente para evitar a dor, transformar as lágrimas em suor. Fingindo rir para manter a pose, eu me transformo cada vez mais em uma alegre depre...
domingo, 11 de julho de 2010
Deixa
Penso-lhe em qto te quero e um aperto sinto. Talvez não devesses ser permitido a sensação de impotência em certos corações. A necessidade já lhe faz presente nos lábios e nas mãos, a lágrimas sem refugio tornam-se públicas. O sorriso cada dia mais perde seus pilares e pouco a pouco desaba, cedendo espaço para ruínas. Sabe, é tudo muito estranho. Toda sua força e coragem passa como um vento, vem subitamente, ergue a flor e com o seu passar, pouco a pouco, esta volta a encurvar.
De repente, não mais que de repente, tudo que ele desejou foi sair correndo, o mais rápido que podia, quem sabe assim, a solidão não viera a assolar, quem sabe assim, um instante de paz, (talvez breve), o faria sorrir...
de repente, não mais que derrepente, do pranto se fará o riso. De repente, não mais que de repente.
De repente, não mais que de repente, tudo que ele desejou foi sair correndo, o mais rápido que podia, quem sabe assim, a solidão não viera a assolar, quem sabe assim, um instante de paz, (talvez breve), o faria sorrir...
de repente, não mais que derrepente, do pranto se fará o riso. De repente, não mais que de repente.
sábado, 10 de julho de 2010
"Meu querido diário..."
certa vez estranhamente liguei a televisão de madrugada, lembro que passava um filme de origem francesa e de conteudo estranho, contava história de um homem que se apaixona pela mãe de uma garoto que rouba sua loja e consegue tal feito em razões dos seus movimentos de parkour. Não era um bom filme, tbm me recordo disso, mas ficou gravado na cabeça uma fala, na qual, o ator principal dizia para a mãe do garoto: "Agora, poderia desenhar teus lábios, sem nem mesmo olhar para eles." Sim eu sei, é um tanto clichê, mas ela ficou em minha cabeça. Não sei, só sei que foi assim... mesmo após tanto tempo do acontecido estas palavras remontaram a minha memória recentemente. Talvez por só agora compreender a essência deste conjunto de "babozeiras", por só agora poder se flagrar pensando na forma dos lábios de certa pessoa, talvez, por só agora poder imaginar e sentir cada contorno da boca de alguém, e só agora sentir o quanto doi ter todos esses sentimentos e desejos e sentir-se impotente... saber desenhar teus lábios sem precisar olhar para eles mostra o quanto desejo-os nestes instante e o quanto eles estão distantes...
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Girassol [2]
durante 3 ou 4 semana ela foi sua fonte de prazer, mesmo sem nunca ter de fato a consumido. Durante poucas semanas ele se prendeu a ela. Fez dos momentos ao seu lado seu refugio. Buscou estar ao seu lado sempre que permitido, queria gozar do prazer de sua companhia, do deleite de deitar no seu colo e afagar sua nuca ou sua mão, dispensava as palavras, estás faziam o tempo passar mais rápido...
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