o cansaço era eminente em teu semblante, olhos fundos, voz mansa, cabelo despenteado.
almoçou e e não conteve, o pecado de um sono em uma tarde quente o cometeu.
Tirou a camisa, tênis-meia, bermuda, cueca... ficou nú na imensidão da cama e do sono.
Tão profundo foi seu cansaço, seu sono... ele apagou, dormiu além do que podia e perdeu o dentista, atrasou para faculdade, mas ganhou um sorriso.
Imerso no sono, sonhou... em uma tarde quente ele dormiu e sonhou (delirou... vai saber?!) Amigos, cerveja, piscina... ela. Imponente e encantadora, tomando o ar de quem ficava perto. Sonhou com o reencontro, com as conversas e com o sorriso. Quando quis sonhar com um beijo... foi acometido com o despertar...
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Bomba
Nós dois fomos a loucura da chama, um calor insano. A perversão da explosão de sentimentos. O estopim desta bomba queimou tão veloz que esqueci de proteger meu corpo dos fragmentos de sua alma, elas entraram, rasgaram e deixaram marcas...
Me lembro perfeitamente daquela noite: eu bêbado e usando minha blusa verde e preta. Você usava branco, um paletó que conheceria muito bem... Aprendi a te amar, eu quero mas não me ensinaram te esquecer.
Me lembro perfeitamente daquela noite: eu bêbado e usando minha blusa verde e preta. Você usava branco, um paletó que conheceria muito bem... Aprendi a te amar, eu quero mas não me ensinaram te esquecer.
calmaria
Meio de lado com um joelho flexionado e o calcanhar levantado... de longe observava o momento. Mesmo sem a menor intenção, ela com aquela saia cinza e camisa branca, conseguiu desviar meus olhos para aquela alva pele. Só observar... Este foi meu desejo, toquei cada milímetro daquele corpo com meus olhos...
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Giovanna
Eu bem gostaria de ser poeta como você, a sua beleza já te tornas uma poesia andante.
A cada sorriso um soneto. Feliz é Neruda de não conhecer-te, caso contrário ganharia mais um Nobel. Nem mesmo entre os seus Cem Sonetos encontraria um para descrever a poesia que eis você.
A cada sorriso um soneto. Feliz é Neruda de não conhecer-te, caso contrário ganharia mais um Nobel. Nem mesmo entre os seus Cem Sonetos encontraria um para descrever a poesia que eis você.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Noite de Domingo
Naquela noite ele sentiu sua cama tão grande, sentia que aquele pequeno colchão tinha espaço sobrando. Um vazio, parecia que a coberta não esquentava. Faltava um ar de sedução, aquele corpo, aquele beijo. Ele sabia que não seria por tanto tempo a ausência dela, talvez um ou dois dias, mas, ele conseguiu sentir saudades.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Quipróquo
Uma flor, um olho...
Alva pele, caminhava ao encontro, os loiros cabelos ocultavam par do rosto e oferecia uma amarela flor em teu verde olho.
Passo-a-passo aproximam-se, ele deseja o encontro, mas, se vê em risco.
Ele sempre gostou das flores, principalmente do girassol, as vezes gostava da margarida.
Nunca tinha ganhado uma flor. E agora viu-se uma se aproximar rapidamente.
O sorriso foi inevitável, tão grande foi a euforia ele não percebeu, não teve cautela, logo percebeu que a beleza da flor também se murcha, se perde rapidamente quando tirada da terra, quando oferecida em unidades... logo ela morre, se perder antes mesmo do ponto final de seu cartão de amor...
Alva pele, caminhava ao encontro, os loiros cabelos ocultavam par do rosto e oferecia uma amarela flor em teu verde olho.
Passo-a-passo aproximam-se, ele deseja o encontro, mas, se vê em risco.
Ele sempre gostou das flores, principalmente do girassol, as vezes gostava da margarida.
Nunca tinha ganhado uma flor. E agora viu-se uma se aproximar rapidamente.
O sorriso foi inevitável, tão grande foi a euforia ele não percebeu, não teve cautela, logo percebeu que a beleza da flor também se murcha, se perde rapidamente quando tirada da terra, quando oferecida em unidades... logo ela morre, se perder antes mesmo do ponto final de seu cartão de amor...
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Texto mal feito
Só de olhar suas mãos foi possível identificar sua presença. Ele não soube dizer se foi por saudades ou por intimidade. Em meio a noite fria e ela se vestia com roupas pesadas e ele chegava pelas suas costas. Olhou o esmalte vermelho de uma das mãos e os cabelos castanhos... seu olhar restringia a apenas estas características, mesmo assim, não teve duvido que era ela. Desejou correr ao encontro... mas preferiu diminuir os passos, pisando levemente para não fazer barulho aproximou-se dela, deu-lhe um beijo no rosto, sorriu e um forte abraço eles deram...
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